NOVA FORÇA – PL nasce com 7 deputados e 1 senador em MT

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O renascimento do Partido Liberal (PL) tende a ser uma das grandes novidades nas eleições municipais de 2016, principalmente em Mato Grosso, onde a sigla, sob o comando do vice-governador Carlos Fávaro (PP), tende a estar entre os cinco maiores partidos no Estado, não apenas com representação estadual, mas também federal. Pelas contabilidades internas e conversações já avançadas, o Partido Liberal nasceria com três a cinco deputados estaduais, até dois deputados federais e um senador, além do vice-governador do Estado, que hoje é filiado ao Partido Progressista. medeiros-favaro.jpg

Os nomes mais ventilados são do senador José Medeiros (PPS), sucessor natural de Pedro Taques, e que tem se cacifado para disputar uma reeleição em 2018. Medeiros é hoje assediado por outros quatro partidos, inclusive o PMDB. 

Já entre os deputados estaduais em conversação estaria Mauro Savi (PR), que demonstra descontentamento com sua sigla e procura uma maneira de deixá-la sem sofrer possíveis ações de infidelidade partidária. 

Dilmar Dal’Bosco, líder do DEM, é outro nome ventilado. Ele, porém, nega interesse em deixar seu partido. Também estão na lista de possíveis futuros “liberais” os republicanos Wagner Ramos e Nininho, 1º secretário da Assembleia. Por enquanto, o mais provável é que Wagner Ramos acompanhe o senador Blairo Maggi e vá para o PMDB. Nininho poderia ir para o PL. O PSD – que vive um desmanche com o ocaso político de José Riva – deverá ceder ao menos um deputado ao PL. Seria Pedro Satélite. Janaína Riva e Gilmar Fabris tendem a ir para o PMDB, enquanto José Domingos Fraga estaria disposto a ficar na sigla. “Por enquanto o que existe é todo um trabalho para que o PL obtenha as assinaturas necessárias para serem entregues à Justiça Eleitoral e obtenha seu aval para se tornar novamente um partido político. Já quanto a nomes, tudo ainda é muito prematuro, até porque os detentores de mandato eletivo, assim como eu, têm compromissos com seus eleitores e apoiadores que precisa ser conversado e discutido para saber se podem ou não trocar de sigla”, disse o vice-governador. 

Carlos Fávaro assegurou que antes de assumir a empreitada de reconstruir o PL em Mato Grosso, conversou com os amigos pessoais, apoiadores e até mesmo com os companheiros do seu atual partido o PP, “pois a intenção é ampliar horizontes políticos e não trocar de sigla por questões meramente pessoais ou de desentendimento”, disse. Ele argumentou ainda que divergências de opinião em partidos políticos e até mesmo no dia a dia político são naturais e não vê motivos para desconforto em relação ao seu atual partido ou mesmo na fundação do PL. 

O vice-governador sinalizou também que a criação de uma nova sigla, como o PL, abre perspectivas para muitos políticos que não tem divergências com suas atuais agremiações, mas por questões de acomodação política, eleitoral e até mesmo de reduto e de candidaturas futuras, veem na nova sigla uma maneira de construírem novos rumos e empreitadas políticas eleitorais.

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