Envolvidos em homicídio próximo ao CDP de Pontes e Lacerda são presos pela Polícia Civil.

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Mais duas pessoas envolvidas no homicídio, ocorrido na quarta-feira (16.05) em Pontes e Lacerda, foram presas em continuidade em investigações realizadas pela Polícia Judiciária Civil. Os acusados, Eberton Luíz Gomes, 29, e Anderson Martins, 29, foram presos, no final da tarde de quinta-feira (17), quando fugiam da cidade a pé.

O casal, Ilvani Ribeiro de Souza da Silva, 37, Silvino da Silva, 33, foi preso horas antes, após tentarem se passar por comunicantes do crime.

O casal, Ilvani Ribeiro de Souza da Silva, 37, Silvino da Silva, 33, foi preso horas antes, após tentarem se passar por comunicantes do crime.

O corpo da vítima, Roberto Bernardino da Silva, 46, foi encontrado por volta das 18 horas às margens da BR 174 (próximo ao Centro de Detenção Provisória), com lesões provenientes de objeto cortante. Ao lado do corpo foi encontrada uma foice.

Na ocasião, duas pessoas se apresentaram às forças policiais como comunicantes do crime e que haviam solicitado a presença da Polícia Militar: Ilvani Ribeiro de Souza da Silva de 37 anos, e seu marido, Silvino da Silva, 33 – que estava com as mãos sujas de sangue.

No local do crime havia um buraco cavado e uma enxada. O suspeito declarou que pretendia abrir uma cova e enterrar a vítima, mas depois mudou de ideia e ligou para a polícia dissimulando, tentando se passar por comunicante/testemunha.

Interrogados na delegacia, o casal confessou o crime e com informações passadas por Ilvani foi possível identificar a participação dos outros dois envolvidos.

Em continuidade as diligências, os policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda saiu em busca dos suspeitos que foram localizados na BR 174, a aproximadamente 50 quilômetros de Pontes e Lacerda os suspeitos foram identificados como Anderson Martins e Eberton Luiz.

Os dois suspeitos são andarilhos da cidade e ajudaram o casal a amarrar e torturar a vítima, antes da morte, de acordo com informações tudo começou por que a vítima se engraçou com a suspeita Ilvani e começou a discussão, após ajudar a torturar Ilvani teria urinado na cara da vitima.

Segundo o delegado, André Luís Barbosa, “Todos estavam embriagados e após ser rendida, a vítima foi amarrada. Os acusados começaram a bater nela com cabo da foice, porém a ação evoluiu até que decidiram utilizar a lâmina que tirou a vida da vítima.”, disse o delegado.

A vítima foi torturada e morta de forma barbara e cruel por motivo fútil.

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