Prefeitura de Pontes e Lacerda esta sendo investigada por suposta ‘lavagem’ dinheiro para o trafico de droga.

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PF apreendeu dois aviões, 11 Hilux (uma era blindada), uma carreta, 2.500 cabeças de gado, cinco catscasas de luxo, várias chácaras, dois prédios que funcionavam como quitinete e diversos relógios e joias. Além de 50 quilos de cocaína.
 
A quadrilha de traficantes que foi desarticulada na operação Hybris nesta quarta-feira (8) era dona de duas locadoras de veículos que prestavam serviços à Prefeitura de Pontes e Lacerda.
 
Uma das empresas estava em nome de um ‘laranja’. Por isso, o delegado da Polícia Federal, Marcooperacao pf Aurélio Favere, destacou que investiga um suposto cartel na área de licitação do poder público.
“As empresas (que alugavam carros de passeio e maquinários) eram usadas para ‘lavar’ o dinheiro oriundo da venda da droga”, afirmou o delegado.“As empresas (que alugavam carros de passeio e maquinários) eram usadas para ‘lavar’ o dinheiro oriundo da venda da droga. Ainda estamos investigando a possibilidade de servidores da Prefeitura de Pontes e Lacerda também estarem ligados ao grupo criminoso”, explicou. Dos 40 mandados de prisões preventivas expedidos pela Justiça, os policiais cumpriram 36 nas
cidades de Pontes e operacao pfLacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade, Cáceres e Cuiabá. Além dos municípios dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Tocantins.Em Cuiabá, o chefe da quadrilha foi preso em um condomínio de luxo. O delegado Favere não divulgou a identidade do preso. No entanto, destacou que o criminoso já vinha sendo investigado há pouco mais de dois anos.“Ele (líder) em 2007 tinha a carteira de trabalho assinada com um valor de R$ 390,00. Hoje ostentava uma vida de rico, morando em condomínio de luxo e andando em carro blindado. Além de viajar somente em jato particular”, explicou.Já sobre a estrutura da quadrilha, o delegado explicou que a carga na maioria das vezes vinha da Bolívia ou Paraguai com destino a Vila Bela da Santíssima Trindade ou Cáceres. Dos municípios mato-grossenses os bandidos enviavam a droga para diversos estados do país. “O grupo traficava os entorpecentes em aviões ou em carros sempre alternando para não levantar suspeitas da Polícia”, destacou.
As investigações começaram em 2013. Durante todo esse período, os policiais apreenderam 4 toneladas de cocaína e U$$ 2 milhões de dólares.
 
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