Wancley requer audiência com Governador sobre demandas do sistema socioeducativo.

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Solicitação foi feita durante sessão plenária após pedido do sindicato do sistema socioeducativo; categoria pede melhores condições de trabalho.

O deputado Wancley Carvalho (PV) recebeu ontem, quarta-feira (21.10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), representantes do Sindicato da Carreira dos Profissionais do Sistema Socioeducativo do Estado (Sindpss-MT). Os profissionais entregaram ao parlamentar uma carta aberta com as principais reivindicações da categoria.

Membro titular da Comissão da Segurança Pública e Comunitária da ALMT, Wancley é policial civil e está intermediando junto ao líder do Governo na Assembleia, deputado Wilson Santos (PSDB), uma audiência com o governador Pedro Taques (PSDB) para tratar dos assuntos reivindicados. “Sempre estive ligado a segurança pública, e com o sindicato vamos tratar pessoalmente do assunto com o governador”, pontuou Wancley.

De acordo com Paulo César, presidente do sindicato da categoria, o documento entregue ao deputado traz resumo das demandas dos profissionais.  “Queremos mostrar ao governador nossa realidade. Necessitamos urgente de novas unidades, reestruturação das atuais  e concurso público para melhorar o quadro de efetivo”, ponderou o representante.

Ainda de acordo com o presidente do sindicato, o recente caso de fuga na unidade de Cáceres e a rebelião na de Rondonópolis demonstram a fragilidade do sistema. “Estamos lutando por dignidade de trabalho, segurança e melhorias para os próprios adolescentes”.

Atualmente o sistema socioeducativo conta com 600 agentes para atender cerca de 200 jovens infratores, em sete unidades no estado. Entretanto, para o sindicato, o ideal seria o dobro de servidores.

Audiência pública – Em setembro, o deputado Wancley mediou as discussões sobre o tempo de permanência de presos nas delegacias de polícia e a falta de unidades para abrigar adolescentes infratores, durante Audiência Pública, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O evento reuniu representantes da Polícia Civil, da secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e dos sindicatos dos investigadores, agentes prisionais e do socioeducativo.

Eduardo Cardoso

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