Funcionários são presos por furto de 200 kg de picanha por semana de frigorífico em Pontes e Lacerda.

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Segundo a polícia, suspeitos furtavam carne e revendiam para amigos. Funcionário foi flagrado ao descarregar carne na casa de outro suspeito.

Dois funcionários de um frigorífico foram presos suspeitos de terem furtado mais de 200 kg de picanha da empresa onde trabalhavam, na cidade de Pontes e Lacerda.

De acordo com a Polícia Civil, o furto ocorria há quase um ano e pode ter causado um prejuízo que ultrapassa R$ 200 mil. Inicialmente as investigações apontam que a carne era revendida na cidade para amigos dos funcionários. As prisões ocorreram na segunda-feira (6) na operação ‘Boi na brasa’.
Segundo a polícia, representantes do frigorífico procuraram a delegacia para relatar que a empresa foi furtada e que possivelmente o crime foi praticado por um funcionário.Funcionários estariam furtando carnes há um ano em frigorífico de Mato Grosso. (Foto: Polícia Civil/MT)

Através do horário de plantão dos funcionários os policiais conseguiram identificar um rapaz de 25 anos como suspeito do crime.
Na noite de domingo (18) uma equipe de investigadores monitorou a casa do funcionário. O suspeito saiu de casa para trabalhar por volta de 18h. Na madrugada do outro dia um carro estacionou na frente da casa do funcionário e o motorista descarregou diversas caixas nos fundos da residência.
Pelo período da manhã o funcionário do frigorífico retornou para casa e foi abordado pelos policiais. No local a polícia encontrou 15 caixas de picanha na dispensa e o suspeito confessou o crime. Ele informou à polícia que a pessoa que descarregou as carnes era outro funcionário, de 28 anos, que trabalha no mesmo frigorífico.

De acordo com a polícia, os dois funcionários fizeram uma abertura em uma cerca de arame, perto do curral da empresa. Usando um carrinho, um dos suspeitos levava as caixas até esse buraco onde o outro funcionários retirava as caixas para colocar no carro, já perto da BR-174, fora da propriedade do frigorífico.
O funcionário que tinha o papel de transportar a carne relatou aos policiais que fazia esse serviço há seis meses, em uma média de três vezes por mês. Além disso, o suspeito indicou outros funcionários que também teriam participação nos furtos.
Os dois suspeitos foram encaminhados para a Cadeia Pública de Pontes e Lacerda. Eles devem responder pelo crime de furto qualificado.
As investigações continuam para identificar outros integrantes do esquema e confirmar para quem a carne era vendida.

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